Dicas Tailândia para a primeira viagem: dinheiro, transporte, templos e mais

Estas dicas Tailândia para a primeira viagem se resumem a poucas coisas: qual costa está na temporada no seu mês, dinheiro vivo e cartão, como ir de uma parada a outra, o que vestir nos templos e os documentos na fronteira. Resolva isso e o resto da Tailândia fica fácil, porque poucos países são tão preparados para receber viajantes.

Ilse
Ilse · Ásia e Oceania
13 min de leitura · Atualizado 2026-10-09
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Um tuk tuk azul e amarelo passa pelos muros do Grande Palácio em Bangkok, Tailândia

As dicas abaixo estão organizadas por tema, para você ir direto ao que precisa: onde e quando ir, dinheiro, transporte, templos e boas maneiras, saúde, documentos, celular e mala. Cada dica dá para colocar em prática antes de embarcar ou no seu primeiro dia lá.

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Antes de tudo: monte um roteiro com calma, pensando na temporada

Antes das dicas menores, decida mais ou menos para onde e quando você vai, porque na Tailândia a temporada muda tudo. O país tem duas costas com monções opostas. A costa de Andamão (Phuket, Krabi, Koh Phi Phi, Koh Lanta) fica seca mais ou menos de novembro a abril. A costa do golfo (Koh Samui, Koh Phangan, Koh Tao) fica seca mais ou menos de janeiro a setembro e recebe as chuvas do fim de outubro a dezembro, como explica mês a mês nosso guia sobre Koh Samui em cada estação. Então você nunca cancela a Tailândia por causa do tempo: você troca de costa. Nas férias brasileiras, isso quer dizer: dezembro e janeiro caem na alta temporada, ótima para a costa de Andamão e o norte, e julho combina com as ilhas do golfo.

Se é a sua primeira vez na Tailândia e você está pensando para onde ir, a primeira viagem clássica junta três partes: Bangkok, o norte em volta de Chiang Mai e um trecho de costa escolhido pelo mês. Quase todo mundo entra por Bangkok, que tem dois aeroportos, e chegar em Bangkok com algumas noites por lá é o começo mais tranquilo, ainda mais depois do voo longo do Brasil com conexão. Veja tudo sobre a Tailândia no Stippl assim que souber qual costa vai ser.

Depois, mantenha poucas paradas. Nas mais de 268 mil viagens para a Tailândia planejadas no Stippl, os viajantes ficam em média três noites em cada parada, e Bangkok é a parada que eles mais adicionam. Três noites por parada significa que uma viagem de duas semanas tem quatro ou cinco lugares, não oito, e nosso roteiro de duas semanas na Tailândia mostra esse ritmo parada por parada. O erro mais comum na primeira viagem é querer enfiar o país inteiro em duas semanas; com menos de duas semanas, escolha o norte ou as ilhas.

Melhor época para ir à Tailândia

De novembro a março é a melhor janela para o país como um todo: seco, quente e agradável até no norte, e por isso também a época mais cheia e mais cara. De março a maio faz muito calor, abril é o mês mais quente e o festival da água Songkran cai em meados de abril. De junho a outubro chegam pancadas de chuva curtas e fortes à tarde, os quartos mais baratos e as ilhas do golfo no seu melhor momento. Para cada região mês a mês, leia nosso guia sobre a melhor época para visitar a Tailândia, e nosso guia sobre a Tailândia em novembro fala do mês em que o norte e a costa de Andamão ficam bons ao mesmo tempo.

Clima mês a mês
Melhor alturaBomCheio / calorChuva / extremo
30°
Jan
31°
Fev
33°
Mar
35°
Abr
34°
Mai
32°
Jun
32°
Jul
32°
Ago
31°
Set
31°
Out
30°
Nov
29°
Dez

Dinheiro e gastos no dia a dia

A Tailândia funciona com o baht, e a primeira regra é andar com dinheiro vivo. Comida de rua, mercados, barcos, ilhas e tudo o que é rural funcionam na prática só com dinheiro. Cartão e pagamento por aproximação funcionam em hotéis, shoppings e cada vez mais no transporte de Bangkok, e você precisa de cartão para reservar online os voos internos e a maioria dos hotéis.

Confira as notas pelo número, não pela cor: a de 100 e a de 1.000 baht são parecidas, e entregar a errada é um erro fácil e caro.

Dinheiro vivo, cartão e caixa eletrônico

Os caixas eletrônicos tailandeses cobram uma tarifa fixa em cada saque, além do que o seu banco cobra, e essa tarifa subiu nos últimos anos. A solução é simples: saque menos vezes e tire o máximo a cada saque. Avise seu banco antes de viajar, compare os cartões internacionais e as tarifas deles, e leve um cartão reserva. Fique de olho na máquina também, porque o caixa tailandês entrega o dinheiro antes de devolver o cartão, e o cartão esquecido é o problema clássico da primeira semana.

Gorjeta, pechincha e preço combinado antes

Nos mercados, pechinchar faz parte: comece bem abaixo do primeiro preço, seja simpático e percorra o mercado inteiro antes de comprar. Em shoppings e barracas com preço fixo não se pechincha. Combine o preço antes de entrar num tuk tuk ou num barco longtail, porque nenhum dos dois tem taxímetro.

Um corredor cheio de bolsas e cestos pendurados no Chatuchak Weekend Market, em Bangkok, Tailândia
Foto de World Edits via Pexels

A gorjeta é bem-vinda, mas não esperada. Arredonde a corrida de táxi e deixe uns 10% num restaurante mais arrumado se o serviço não estiver na conta.

Quanto dinheiro levar?

Hospedagem e a forma de se locomover decidem a maior parte do orçamento. Voos internos, barcos para as ilhas e o pico de Natal e Ano Novo (quando os quartos podem custar o dobro e esgotar com meses de antecedência) fazem o gasto subir. O sul é mais caro que o norte, e as balsas são o item que todo mundo esquece. O que continua barato é o melhor da Tailândia: comida de rua, mercados noturnos, songthaews e ônibus locais. Reservar os passeios lá, e não pelo hotel, também economiza de verdade.

Resultado: o mesmo roteiro pode custar valores bem diferentes com um orçamento de mochileiro ou um orçamento confortável. No app do Stippl você define um orçamento por parada e anota em baht o que gasta pelo caminho, para ver cedo se as ilhas estão engolindo o plano.

Orçamento

€20–30

Dormitório ou quarto com ventilador, comida de rua, ônibus e balsas, passeios de um dia ocasionais.

Intermediário

€55–90

Quarto privado com piscina, refeições no restaurante, voos domésticos, atividades guiadas.

Topo de gama

€180+

Resorts e hotéis boutique, transferências privadas, mergulho e tours premium.

Como se locomover na Tailândia

A Tailândia é um dos países da Ásia mais fáceis para viajar por conta própria. Você não precisa de agência, a maioria das passagens dá para comprar na véspera, e na rota turística as placas também estão em inglês.

Tuk tuk, táxi e aplicativos

Baixe o Grab antes de pousar. É o aplicativo de corridas padrão em Bangkok e Chiang Mai, o preço fica fixo antes de você entrar, e o Bolt costuma sair um pouco mais barato. Num táxi com taxímetro, confira se ele está ligado antes de sair; se o motorista se recusar, pegue o próximo. No aeroporto, use o balcão oficial de táxis, não quem aborda você no saguão.

Em Bangkok, o BTS Skytrain e o MRT são o único jeito confiável de fugir do trânsito, então fique a uma caminhada de uma estação. O tuk tuk é divertido para uma corrida, não para se deslocar: combine o preço antes e pare um que esteja rodando, não um parado na frente de um templo famoso.

Trem noturno, ônibus e voos internos

Para o longo trecho de Bangkok a Chiang Mai, o trem noturno é a parte que fica na memória. Leva de 11 a 15 horas, economiza uma noite de hotel e sai da estação Krung Thep Aphiwat, não da antiga Hua Lamphong. Reserve a cabine leito com alguns dias de antecedência, mais na alta temporada, porque esgota.

Para pular do norte para o sul, vá de avião. AirAsia, Nok Air, Thai Lion, VietJet e Bangkok Airways fazem as principais rotas internas, e o voo costuma ganhar de um ônibus de 13 horas no tempo e muitas vezes no preço. Ônibus de longa distância e vans cobrem os trechos mais curtos, como a estrada cheia de curvas de três a quatro horas entre Chiang Mai e Pai, nas montanhas do norte. O 12Go é a plataforma que quase todo mundo usa para reservar ônibus, trens e balsas.

Um barco longtail tradicional tailandês num mar calmo com ilhas ao fundo, Tailândia
Foto de Julito Elizalde via Pexels

Balsas e barcos para as ilhas, e andar de scooter

As ilhas são terra de balsas e lanchas rápidas. A costa de Krabi é o ponto de partida para Koh Phi Phi, Railay e as ilhas de Andamão, e Koh Tao, no golfo, se alcança de catamarã a partir de Chumphon, Koh Samui ou Koh Phangan. Reserve os barcos com antecedência na alta temporada, e saiba que fora da temporada cada costa tem mar agitado: no lado do golfo, novembro é o mês em que as autoridades mais seguram os barcos no porto.

A scooter é a grande tentação, e o maior risco. Na Tailândia você precisa de uma Permissão Internacional para Dirigir que corresponda a uma habilitação de moto do Brasil; se dirigir só com a habilitação de carro, o seguro viagem não paga depois de um acidente. A mão é inglesa, pela esquerda. Use capacete mesmo quando os locais não usam, fotografe a scooter antes de sair e nunca deixe o passaporte como caução: o normal é uma cópia e um depósito em dinheiro.

A dica do editor: Nunca reserve uma balsa saindo de uma ilha e um voo internacional no mesmo dia. Quando o mar está bravo, as autoridades da província mandam todos os barcos ficarem no porto, as passagens podem ser remarcadas mas não reembolsadas, e a empresa não deve nada a você por um voo perdido. Deixe uma noite de folga no continente, ou perto do aeroporto, no fim da parte da viagem nas ilhas.

Voos para a Tailândia

A maioria dos voos de longa distância pousa em Bangkok, em Suvarnabhumi (BKK) ou em Don Mueang (DMK, o aeroporto das low cost), então confira qual está na sua passagem. Do Brasil, conte com pelo menos uma conexão e deixe o primeiro dia livre para descansar. Phuket, Krabi e Chiang Rai também têm aeroporto, o que facilita uma passagem multidestino: chegue por Bangkok, volte pelo sul e você nunca precisa refazer o caminho.

Templos e boas maneiras: o que fazer e o que evitar

Os templos tailandeses são locais de culto em uso, não monumentos, e algumas regras simples resolvem quase todas as situações.

Como se vestir nos templos

Cubra ombros e joelhos, e tire os sapatos antes de entrar em qualquer prédio do templo. Leve uma canga ou um lenço leve na mochila e você está pronto para todos os templos da viagem. O Grande Palácio de Bangkok tem o código de vestimenta mais rígido do país: nada de regata, legging, jeans rasgado ou tecido transparente, um lenço sobre ombros de fora não é aceito, e a sandália precisa de tira atrás.

O histórico templo Wat Chedi Luang em Chiang Mai, Tailândia
Foto de Guillaume Meurice via Pexels

A família real, Buda e as boas maneiras

A monarquia é protegida por lei, e falar de forma desrespeitosa da família real é crime, não uma gafe. Fique parado quando o hino real tocar no cinema ou num lugar público.

A cabeça é a parte mais respeitada do corpo e os pés a mais baixa, então nunca toque na cabeça de ninguém, nem de criança, e nunca aponte os pés para uma pessoa ou uma imagem de Buda. Mulheres não devem tocar num monge nem entregar algo diretamente a ele.

Cumprimente com o wai, palmas juntas e uma leve inclinação, e retribua quando alguém fizer para você. Acima de tudo, mantenha a calma: levantar a voz ou perder a paciência faz você perder o respeito na hora, enquanto um sorriso e algumas palavras em tailandês abrem portas. Sawasdee (olá), khop khun (obrigado) e mai pen rai (tudo bem) são as três para aprender. Mais uma particularidade cultural: a educação tailandesa evita o não direto, então pergunte duas vezes, com outras palavras, quando o caminho importa.

Os elefantes merecem uma linha à parte: nunca ande neles nem visite lugares com shows. Um santuário sério oferece observação e alimentação, e os bons limitam o número de visitantes, então reserve um horário antes, por exemplo pelo GetYourGuide.

Saúde e segurança

A Tailândia é um dos países mais seguros para viajar, inclusive para mulheres sozinhas e famílias. Os riscos reais são o trânsito e um golpe de vez em quando, não a criminalidade.

Antes de viajar: vacinas, mosquito e sol

Procure um médico ou um centro de medicina do viajante algumas semanas antes. A Tailândia costuma pedir o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP) contra febre amarela de quem chega do Brasil, então tome a vacina com antecedência, emita o certificado e leve junto com o passaporte. Hepatite A, febre tifoide e as vacinas de tétano, difteria e pólio em dia são a recomendação habitual, com hepatite B e raiva a mais para estadias longas. O risco de malária nas rotas comuns é muito baixo, então repelente com DEET e roupa comprida no fim da tarde são a proteção de verdade; em Bangkok tem dengue. No calor, beba mais água do que você acha que precisa, e se proteja bem do sol nas praias e nos barcos. Se algo der errado, os hospitais particulares de Bangkok, Chiang Mai e Phuket são excelentes.

Na viagem: água, comida e barracas de rua

Não beba água da torneira. Água mineral tem em todo lugar e os pontos de recarga custam quase nada, então leve uma garrafa reutilizável, de preferência com filtro. A comida de rua é segura e costuma ser o melhor que você vai comer: escolha barracas movimentadas que preparam na hora, e peça para cortarem a fruta na sua frente em vez de comprar já cortada. Primeira vez com comida tailandesa? Peça mai phet, sem pimenta.

Espetinhos de carne na grelha numa barraca de comida de rua em Bangkok, Tailândia
Foto de Chait Goli via Pexels

Golpes mais comuns e seguro viagem

Os golpes de sempre são conhecidos, e por isso fáceis de evitar:

  • "O templo está fechado hoje." Um desconhecido simpático ou um motorista de tuk tuk perto do Grande Palácio oferece um templo mais bonito, e a corrida termina numa loja de pedras preciosas ou num alfaiate. Vá você mesmo até a entrada.
  • O passeio de tuk tuk quase de graça. O mesmo truque, com três ou mais paradas em lojas como preço.
  • O taxímetro. Um taxímetro coberto ou "quebrado", ou um preço que sobe no meio da corrida. Desça e pegue o próximo.
  • Cobrança por danos. Donos de jet ski e de scooter que fazem arranhões antigos passarem por novos. Fotografe tudo antes de sair.
  • Passagens de barco de vendedores de rua. Compre nos guichês oficiais ou pela internet.

Faça um seguro viagem e leia o que ele cobre. Uma apólice padrão não paga acidente de scooter sem a habilitação certa, e o mergulho muitas vezes precisa de um seguro de mergulho à parte, então inclua os dois se pretende fazer um deles.

Documentos e regras de entrada

As regras de entrada na Tailândia dependem do seu passaporte e de quanto tempo você fica, e mudam com frequência: na nossa última checagem, a estadia sem visto para muitas nacionalidades estava sendo encurtada. Então trate tudo o que você lê sobre as novas exigências para viajar à Tailândia, aqui também, como ponto de partida. Antes de comprar a passagem, confira as páginas de viagem do Itamaraty e o site do consulado da Tailândia.

Depois, antes de embarcar, preencha o Thailand Digital Arrival Card no portal oficial do TDAC. É gratuito, precisa ser enviado nas 72 horas antes da chegada, é refeito a cada entrada, e um só formulário pode cobrir um grupo pequeno. Sites pagos imitam o oficial e cobram pela mesma coisa, então use só o oficial. Garanta que o passaporte tenha validade de sobra além da viagem e uma página em branco, e leve o comprovante de passagem de saída: ele é conferido na fronteira. Guarde cópias digitais de tudo, certificado de febre amarela incluído.

Duas regras surpreendem: vapes e cigarros eletrônicos são proibidos, tanto para entrar no país quanto para usar, e a polícia multa turistas por isso, e a cannabis exige receita tailandesa. Confira as duas antes de fazer a mala.

Visto: as regras para brasileiros

Brasileiros costumam entrar na Tailândia sem visto para turismo, mas o tempo permitido depende das regras em vigor e de quanto tempo você pretende ficar. Confira o Itamaraty e a Embaixada Real da Tailândia em Brasília antes de comprar a passagem, e de novo antes de embarcar.

Chip, eSIM e internet

A cobertura de celular é boa nas cidades e nas ilhas principais, e você vai depender do celular desde o pouso: Grab, mapas e passagens de barco precisam de dados. Você tem duas opções fáceis. Compre um chip turístico no aeroporto de uma das grandes operadoras (AIS, True Move ou DTAC), ou instale um eSIM antes de embarcar e pule a fila do aeroporto de vez.

Antes de sair do wifi de casa, baixe o Google Maps offline para as suas paradas e instale o Grab e os outros apps de viagem; nossa lista dos melhores apps para a Tailândia mostra o que levar no celular. O wifi é padrão nas hospedagens e nos cafés, e Chiang Mai é um dos grandes points de nômades digitais do mundo, se você precisar trabalhar.

O que levar na mala para a Tailândia

Viaje leve: você vai se deslocar bastante, e os barcos para as ilhas têm limite de bagagem.

  • Roupas leves e frescas, com pelo menos um look que cubra ombros e joelhos para os templos.
  • Uma canga ou lenço leve, o item mais útil da mala: cobre os ombros no templo, vira toalha de praia e coberta num ônibus noturno gelado.
  • Um agasalho se você for ao norte entre novembro e fevereiro. As noites em Chiang Mai esfriam, e as manhãs em Pai e nas montanhas podem ser frias de verdade.
  • Uma capa de chuva leve na época das chuvas, para os temporais da tarde.
  • Protetor solar, chapéu e repelente. Se acabar, você compra mais pelo caminho.
  • Uma mochila pequena para barcos e passeios, e sandálias fáceis de tirar na porta dos templos.
  • Uma garrafa reutilizável, de preferência com filtro.

As tomadas são dos tipos A, B e C, então muitos plugues de dois pinos finos entram sem adaptador; plugues de três pinos e os de pinos mais grossos precisam de um.

Uma vila nas montanhas em volta de Chiang Mai, Tailândia
Foto de Nopparuj Lamaikul via Unsplash

Planeje sua primeira viagem à Tailândia no Stippl

Dica só ajuda quando entra num plano. Abra uma nova viagem no planejador de roteiro do Stippl e transforme este guia num roteiro:

  1. Coloque suas paradas no mapa. Bangkok, o norte, uma costa: você vê na hora se as suas ilhas estão do lado seco no seu mês.
  2. Defina as noites por parada. Comece com três por parada; as datas se recalculam quando você ajusta.
  3. Adicione o transporte entre as paradas. O trem noturno, um voo interno, a balsa, cada um com o horário de saída, mais aquela noite de folga antes do voo de volta.
  4. Mantenha um orçamento por parada e anote em baht o que você gasta durante a viagem.
  5. Compartilhe o plano com quem vai com você, para todo mundo seguir o mesmo roteiro.

Quer ver um exemplo pronto antes? Nosso guia para planejar uma viagem à Tailândia percorre os mesmos passos com um roteiro completo de duas semanas, e o roteiro de 10 dias na Tailândia faz Bangkok, Chiang Mai e Pai dia a dia.

Acompanhe o que gasta de verdade

Defina um orçamento diário por país e registe despesas em qualquer moeda enquanto viaja.

Baixe a viagem antes de embarcar e ela abre offline, numa balsa ou numa estrada de montanha sem sinal.

Para terminar

Perguntas frequentes sobre Thailand

As regras de entrada para brasileiros mudam de tempos em tempos. Confira o site do Itamaraty e do consulado da Tailândia antes de comprar a passagem, e preencha o Thailand Digital Arrival Card gratuito no portal oficial nas 72 horas antes de chegar.

A Tailândia costuma pedir o Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela para quem chega do Brasil. Tire o certificado com antecedência e leve junto com o passaporte.

Sim, mercados, barracas de comida e tuk tuks aceitam quase só dinheiro. Use o cartão internacional em hotéis e lojas maiores e para sacar no caixa eletrônico.

Os viajantes que planejam com o Stippl ficam cerca de três noites em cada parada. Assim dá para aproveitar sem passar a viagem em traslados.

Ombros e joelhos cobertos e sapatos tirados antes de entrar. Uma canga ou um lenço leve na mochila resolve.

Pronto para transformar estas dicas Tailândia num roteiro? Comece sua viagem à Tailândia no Stippl: adicione as paradas, defina as noites, ligue trens e balsas e leve o plano inteiro offline.

Um tuk tuk azul e amarelo passa pelos muros do Grande Palácio em Bangkok, Tailândia
Pronto quando você estiver

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Todo este guia, pronto a juntar ao seu roteiro por Thailand, com planeamento e reservas numa só aplicação.

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